Competição virtual
Vencedores do Desafio Sebrae de 2003 dão dicas para novos competidores
Eles dizem que venceram a disputa porque aprenderam a trabalhar em grupo e exercitaram muito o raciocínio
Da Redação
Equipe “Amigos do Gaúcho” vencedores do Desafio Sebrae 2003
Campo Grande - A pouco menos de um mês do embarque para Milão, na Itália, os integrantes da equipe “Amigos do Gaúcho” resolveram revelar os segredos que os conduziram à vitória e dar dicas para os ‘calouros’ no jogo virtual Desafio Sebrae. O grupo viaja para a Itália, no dia 2 de julho, como prêmio pela classificação em primeiro lugar no Desafio do ano passado. Lá, eles conhecerão indústrias, instituições de pesquisa e ensino. A equipe é composta por cinco acadêmicos do curso de Ciências da Computação da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).
O primeiro a relembrar sua participação no Desafio foi Ivan Rodolfo Duran Cruz Perez. Para ele, os “Amigos do Gaúcho” venceram o jogo porque aprenderam a trabalhar em grupo, exercitaram muito o raciocínio e aplicaram muito bem noções de cálculo, que permitiram que a cada nova situação apresentada durante a competição, fossem analisadas todas as possibilidades de sucesso e de fracasso, minimizando a probabilidade de erros.
“A maior lição do Desafio foi aprender a administrar uma empresa. E esse conhecimento nós teremos por toda a nossa vida e estaremos sempre utilizando”, comentou.
Já Ricardo Signorini Feldens, o Gaúcho, credita a vitória da equipe também à união do grupo, a força de vontade dos cinco garotos e a confiança que eles desenvolveram de que é sempre possível se superar e vencer barreiras.
“Minha dica para quem está participando do Desafio Sebrae pela primeira vez é não desanimar, não desistir logo na primeira rodada do jogo, porque os resultados iniciais nem sempre são bons. É com a persistência que o desempenho vai melhorando”, disse.
Outro “Amigo do Gaúcho”, Márcio Artacho Peres, recorda que foi um aspecto marcante do jogo, o modo como a equipe teve de aprender a gerenciar uma empresa e como foi importante o desenvolvimento do caráter empreendedor de cada um, além de tomarem decisões rápidas.
“A maior lição que levo do jogo é que tomar uma decisão ‘mais ou menos’ na hora certa vale mais do que tomar uma decisão muito boa, mas dias depois. Para quem vai participar recomendo ler o manual com muita atenção, correr riscos e manter a equipe sempre unida”, sugeriu. “É uma pena que não podemos participar este ano novamente, mas iremos apoiar equipes da faculdade para que Mato Grosso do Sul se saia bem novamente no Desafio”.
José Manoel Souza Garcia Maia destacou o trabalho em equipe como a principal conquista dos “Amigos do Gaúcho” no Desafio Sebrae. Na sua avaliação a vitória no jogo pode ser atribuída a utilização em larga escala da matemática, que ajudou a antecipar várias situações do jogo.
Rodrigo Grassi Martins diz que o espírito de equipe foi grande diferencial para vencer a competição. “Nós tínhamos uma grande confiança um no outro e isso fez a diferença no final. Para quem vai jogar este ano o conselho é não ter medo de perder, arriscar mesmo, mas sempre estudando muito cada um dos movimentos”.
Serviço:
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